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Cursos e Workshops

Cursos e Workshops voltados à Produção Textual, à Língua Portuguesa no Espaço Profissional, à Literatura Brasileira, à Literatura Infantil e Juvenil e à Educação. Aulas com abordagem dinâmica e com apostilas complementares. Para pequenos e grandes públicos de empresas, escolas, universidades e eventos governamentais e não-governamentais.

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Português Para Empresas

Trabalha em contato direto com o público? Precisa falar adequadamente a língua portuguesa segundo a Norma Culta? Sua empresa quer ter profissionais bem preparados? Cursos, Oficinas e palestras de Português, abordando os principais desvios da Norma no que diz respeito à concordância, regência, ortografia e curiosidades gráficas como "em nível de"/"a nível de"...entre outros. Melhore seu vocabulário e aumente seu desempenho em reuniões de negócios.

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Palestras

Palestras motivacionais na área Educacional, Cultural e Empresarial. Estimulação de grupos para realização de atividades voltadas à Língua Portuguesa, à Literatura Brasileira, sobretudo, Literatura para Crianças e Jovens, Elaboração de Planos de Aulas a partir de livros de qualidade, Formação de Profissionais de Educação, a fim de desenvolver competências do mundo contemporâneo.

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Agenda

23/5 (quarta-feira) Conversa Literária com Henrique Rodrigues - Jonathan Haaagensen - Marcos Aurélio Ribeiro - Otávio Jr. - Simone Ricco e Tom Farias - na Cidade das Artes - das 15h às 17h30min.

24/5 (quinta-feira) Aula "A Poesia de Adélia Prado" na Universidade da Mulher na Cândido Mendes - Tijuca.

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O Ensino da Língua Portuguesa - O Ato de Escrever

O ensino de Língua Portuguesa já sofreu uma série de mudanças ao longo dos anos, mas, hoje, mais do que nunca, é preciso repensar o papel do ensino da língua na universidade, a fim de que se possa ter um profissional ciente das questões gramaticais que envolvem um texto e apto a escrevê-lo com coesão e coerência.

Para Feitosa (2000), “escrever é parte inerente ao ofício do pesquisador” e não costuma ser tarefa fácil para ninguém. Normalmente, as pessoas “sofrem” muito quando têm que colocar suas ideias no papel.

Não se pode esquecer de que , durante muitos anos, o ensino da língua não se destinou à produção, à leitura e à interpretação de textos, mas sim se limitou a exigir do aluno as nomenclaturas gramaticais, uma vez que essas eram, e continuam sendo, exigidas pelo vestibular e pelos concursos em geral. O resultado de tal postura foi um universitário que mal sabe escrever e, o pior, que pode passar quatro anos na universidade sem saber colocar suas experiências no papel. 

Atualmente, a sociedade exige do profissional, seja ele engenheiro, advogado, jornalista, dentista, analista de sistemas ou professor, a capacidade de passar para o papel todos os seus estudos, divulgando assim o seu trabalho. Para isso, é preciso alguns ... Leia na íntegra

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"Isso de querer ser exatamente aquilo que a gente é ainda vai nos levar além."

Paulo Leminski

Cintia Barreto - Doutora em Literatura Brasileira Cintia Barreto