Agenda

13/11 (quarta-feira) SEMINÁRIO de Ensino e Extensão da Escola de LETRAS da UNIRIO - Urca - às 20h - Mesa -ENSINO E LITERATURA

14/11 (quinta-feira) PRÊMIO PAULO FREIRE - CERIMÔNIA - às 18h, no SALÃO NOBRE DO INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS - IFCS - UFRJ

18/11 (segunda-feira) FLINKSAMPA - Mesa Conversa sobre Criação Literária e lançamento do livro MAR EM MIM - Sâo Paulo - SP

19/11 (terça-feira) FLINKSAMPA - WORKSHOP DE POESIA - VOZES DA LIBERDADE - Biblioteca Municipal - São Paulo

28/11 (quinta-feira) LÊ COMIGO FESTIVAL - às 13h - Encontro com a Autora - Escola Municipal Dom João VI - Rio de Janeiro - RJ

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A POESIA INFANTOJUVENIL BRASILEIRA ESCRITA POR MULHERES: DE LÁ PRA CÁ

A voz feminina, historicamente sufocada, encontrou, na poesia anterior ao século passado, dificuldade de reverberação. Basta recordarmos as cantigas de amigo, produzidas por vozes masculinas na representação dos desejos femininos. Se escrever poesia para um público adulto era incomum nessa época para uma mulher, no início do século XX, mulheres encontraram espaço, principalmente, na escola e nos lares, para divulgarem seus poemas num mundo marcadamente masculino.

A poesia produzida para crianças no Brasil surge nessa época com caráter pedagógico e aparece no espaço escolar com a obra Poesias Infantis (1904) de Olavo Bilac. Esses poemas versavam sobre a pátria, a família, o bom comportamento e os valores morais. A paulista e professora, Francisca Júlia, em 1912, com a publicação de Alma Infantil, reforça os ideais moralizant... Leia na íntegra

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"Isso de querer ser exatamente aquilo que a gente é ainda vai nos levar além."

Paulo Leminski

Cintia Barreto - Doutora em Literatura Brasileira Cintia Barreto